Meu marido sempre diz que pareço uma criança, ainda mais quando descubro uma "novidade".
No sábado, fomos visitar algumas lojas que vendem materiais para artesanato, pois nas horas livres gosto de fazer trabalhos manuais. Como em uma dessas lojas também vendem artigos para festas, perguntei se vendiam aquelas pulseirinhas de neon que são distribuídas em festas de formaturas e casamentos.
Quando a vendedora disse que sim, abri um sorrisão e comprei um pacote com 100 pulseirinhas, já imaginando como elas ficariam bonitinhas dentro de vidros, como nesse tutorial.
O resultado me surpreendeu, achei que ficaram tão lindas, mágicas, encantadoras, pareciam luzes de fadas. rs
Maridão não parava de rir da minha empolgação, enquanto me ajudava tirar as fotos.
| Azul é tãoooo lindoooo *____* |
| Não basta ser marido, tem que segurar a "luz mágica" para a esposa tirar a foto. |
| Quem precisa de foco quando tem luz mágica? |
| O casamento de Emily e Victor (ideia do marido) |
* este mini post foi escrito em um impulso, apenas como um desabafo e não foi revisado. Terá inúmeros erros de português e no momento, não estou nem aí para isso.
O que aconteceria se eu largasse tudo o que estivesse fazendo, em uma quinta feira, às 15:43 e saísse gritando, correndo pela rua, sem destino, debaixo de chuva, descalça, descabelada, até perder completamente o fôlego?
As pessoas me achariam louca? Corajosa? Teriam uma pontinha de inveja? Tentariam me impedir? Alguém iria me acompanhar, gritando também?
Só sei que se fizesse isso agora, seria a pessoa mais realizada do mundo.
Algumas pessoas gritam por raiva, outras de felicidade, dor, prazer...
Eu sinto apenas vontade de gritar, um grito de liberdade para o corpo e a alma.
![]() |
| Foto do Google |
Uma das coisas que mais estranhei quando voltei ao Brasil, foi a moda. Todo mundo vestido igual, com o uniforme da estação, sem nenhuma personalidade. Quando cheguei do Japão, há três anos, me vestia de uma forma alternativa, que era super normal, mesmo nas cidades japonesas do interior.
De início os olhares das pessoas me incomodavam um pouco, mas como não trabalhava, nem pensava em mudar meu jeito ou minhas roupas. O problema foi quando comecei a trabalhar e tive que me vestir de um jeito mais "normal". Não dava para ir ao trabalho toda vestida com caveiras ou cheia de laços de lolita. Não teve outro jeito, tive que encarar as temíveis lojas de roupas da cidade do interior e o pior de tudo: as vendedoras.
Nada me deixa mais irritada, ao entrar em uma loja, do que uma vendedora despreparada, mal-humorada e que mal sabe falar português. Além de tentar empurrar um produto dizendo: "isso é o que tá usando", "vai usar muito, é igual o da fulana da novela".
Primeiramente, detesto me vestir igual a todo mundo e se uma vendedora diz que tal item é obrigatório para a modinha da vez, já perco o interesse na peça.
Gente, eu jamais conseguirei usar uma camisa laranja fluorescente com uma saia mullet branca, um sapato amarelo - também fluorescente - e um colar verde, só porque "tá na moda" ou porque as "inhas" da novela usam. Além do mais, detesto novelas =).
Eu poderia continuar escrevendo a tarde toda sobre como as pessoas me irritam com o modo que se vestem e se comportam, mas isso é assunto para outro post.
Falando em roupas, esses dias deu saudades das tardes que passava em Harajuku. O lugar tem uma rua com lojas da Dior, Louis Vuitton, Prada entre outras. Na rua ao lado, lojas só com roupas de lolita e visual kei.
Juntando a falta do que fazer em um feriado + boa vontade do marido ♥ + vontade de usar roupas de lolita, fomos fazer umas fotos:









